Trauma de Favela

Trauma de Morro


Trauma de Morro conta a história de uma missão que aconteceu antes do assasinato de sua filha Júlia. Edimar tem que verificar um suposto esconderijo de drogas no Morro do Tirirca

Capitulo 1 - O Campo


Lá estava eu, no comando da Policia Militar em uma missão perigosa de ir até o Morro do Tiririca, investigar um campo onde suspostamente estava o esconderijo de um dos maiores traficantes do Rio de Janeiro, conhecido como Zé Celsão que no futuro seria o namorado e assassino da minha filha Julia, sim essa história aconteceu alguns meses antes do trágico assassinato da minha filha.
Eu e Lucca, um recruta que foi obrigado a vir na missão ao meu lado, estávamos disfarçados em um carro comum, indo até o suposto esconderijo de drogas.

Música sugerida:




- Chegamos senhor.
Disse Lucca com a voz tremula, e lá estávamos nós em um campo abandonado do Morro do Tiririca, lá havia muitas vacas e bois pastando e até alguns corpos de vacas mortas.
Após uma longa caminhada sem encontrar nada além de vacas no longo campo, eu avistei duas pessoas conversando, logo eu e Lucca pegamos cobertura atrás de alguns arbustos.
Eram eles, Zé Celsão e algum traficante qualquer. Eles estavam negociando algo, provavelmente as drogas! Ao perceber que a pessoa parada ali era Zé Celsão, o pobre Lucca que ainda estava em treino levantou-se e tentou atirar sem a minha ordem, e logo tomou um tiro direto no melão.
Agora eu estava sozinho, de fato, eu já estava sozinho desde o inicio.
- VAI LÁ VERIFICA SE NÃO TEM NINGUEM MAIS NAQUELA MOITINHA, VAI VAI! ‘ Gritou Celsão com muita raiva.
Eu precisava sair dali, mas como eu disse, era um campo aberto não tinha para onde fugir sem ser avistado, mas felizmente tive uma ótima ideia, rapidamente agachado, fui até um corpo de vaca morta que estava logo atrás de mim, peguei uma faca e abri toda a barriga do animal, retirei o que pude retirar de órgãos e me escondi dentro do animal.
Era difícil respirar lá, e o cheiro era insuportável, mas eu tinha que aguentar! Eu podia ver que o traficante estava me procurando, ele podia sentir que tinha mais alguém ali. Ele começou a observar os órgãos da vaca no chão, e provavelmente começou a desconfiar.


Naquele momento era tudo ou nada, eu precisava fazer alguma coisa, mas eu estava sem arma só com uma faca e não tinha como acertar o inimigo com a faca naquela distancia, era morte certa! Mas por um milagre tive uma ideia, perigosa, mas podia funcionar!
Enfiei a mão no bolso, peguei minha caixa de fósforos e acendi um deles.
Com muita velocidade, tirei minha mão de dentro da vaca, apertei a teta da vaca mirando em direção ao traficante e assim um jato de leite ia com muita velocidade em direção ao traficante, logo coloquei o fósforo acesso atrás do jato de leite e logo o jato de leite se transformou em um jato de fogo idêntico a de um lança chamas, ao entrar em contato com o traficante, o jato causou uma explosão de nível atômico que fez o pobre traficante virar churrasco.
Agora eu só precisava sair daquele lugar e avisar para toda a equipe que o local era sim, um depósito de drogas de alguma forma!
Sai de dentro da vaca, mas quando abri os olhos fora do animal vi um chute vindo em minha direção.
- POLICIA, NÉ? VAI MORRE! - Disse Celsão.
Recebi outro chute no rosto e tudo ficou escuro.

Continua no próximo capitulo...

Trauma de Favela


Trauma de favela é a primeira de muitas histórias do comandante da Policia Militar, Edimar Julius.
Leia abaixo a história "Trauma de Favela" que foi divida em três épicos capítulos:



Capitulo 1 – A operação

Era um dia comum, eu estava a serviço na Policial Militar do Rio de Janeiro.
-Tenha uma boa noite Capitão Edimar.
Disse um amigo, e eu saia de serviço em direção a minha casa para mais uma noite tranquila.
Ao chegar em casa, vejo que minha filha Julia estava com um marginal, traficante, chefão dos morros, sim eu conhecia ele! E o pior, ele me reconheceu também pelo jeito.
Ela veio me apresentar o vagabundo dizendo que era o namorado dela, mas já fiz ela tirar aquele viado da minha casa na mesma hora! E também a alertei que ele era traficante barra pesada e que não queria mais ver ele em nossa casa.

O Fim de semana chega, estávamos toda família reunida em um jantar (um churrasco pra ser mais exato) todos estavam tranquilos, eu estava bebendo minhas cevas e a minha filha
estava chateada comigo por causa do namoradinho traficante. Mas logo a tranquilidade chegou ao fim quando do nada alguém bateu na porta e logo a minha filha foi atender.
Ela abriu a porta, e uma voz gritou: JULIAA!
E logo ouvi um disparo, minha filha voou para dentro da casa coberta de sangue e logo reconheci aquele som, era um tiro de doze!
Eu não consegui sair para correr atrás do desgraçado, eu só queria ficar com a minha filha estava desesperado, mas infelizmente era o fim.

Musica sugerida:



Quatro dias depois, eu estava abalado, mas tinha que manter a calma não podia meter a policia no meio, pois eu queria pegar o desgraçado que tinha feito aquilo com a minha filha! e eu tinha que fazer aquilo do meu jeito, falei com alguns contatos e consegui ótimas armas e assim que a noite caiu, subi o morro.
Parecia loucura, eu não sabia quem tinha feito aquilo com a minha filha, a única coisa que eu conhecia, era a voz a qual gritou naquele dia:
- JULIAA!
Subi o morro com muita cautela, e fui direto procurar quem provavelmente estava envolvido naquilo, o namoradinho dela.
Eu sabia onde o marginal morava, estava andando em direção a casa dele com a bolsa cheia de armas necessárias.
O Morro estava muito silencioso, mas o silencio foi quebrado por um grito suspeito:
- IH! Olha ali ó é o pai da cadáver!
Ao procurar quem gritou isso avistei um neguinho correndo, peguei minha pistola com silenciador e atirei na perna dele, logo ele caiu fazendo um gritinho muito marreca.
Puxei ele até um cantinho e perguntei:
-VOCE SABE QUEM MATOU A JULIA?!
-NAO FOI EU CHEFE NÃO FOI EU!
Dei um tiro na outra perna
- AHH PARA TIO EU CONTO TUDO PARA!
-FALA DESGRAÇADO!
-FOI O NAMORADO DELA TIO, NÃO ATIRA NÃO TIO!
Peguei o neguinho que estava interrogando e atirei morro abaixo e o vi sair rolando igual um pacote de estrume, e segui meu caminho.
Já era meia-noite, e eu seguia para a casa do assassino da minha filha, quando uma moto passou correndo a toda velocidade e dois sujeitos atiravam em mim com metralhadoras, peguei cobertura atrás de um beco.
Para a minha sorte achei no lugar uma caixa de fosforo, peguei o fosforo e liguei atrás de uma bala de sniper, logo a bala disparou e matou um deles (fiz isso porque não tinha a sniper só a bala.).
O segundo atirador desesperado fez a volta para tentar escapar, mas peguei uma corda, prendi na parede da casa do BECO em que eu estava, e sai correndo para o outro lado da rua com a corda fazendo um tipo de barreira:



Ao passar a toda velocidade com a moto, ele bateu na corda e saiu voando e com toda a força deu de cara no chão e logo depois a moto passou raspando em suas costas e explodiu, não quis ver os restos mortais dele, segui meu caminho.
Lá estava eu na frente da casa do assassino, quando me aproximei da porta ouvi barulhos dentro da casa, ele estava lá, com muita cautela arrombei a porta MAS logo de cara já tomei um tiro em meu ombro. Com muita velocidade atirei na perna esquerda dele, logo ele caiu de cara no chão, fui até ele puxei a cabeça dele pelos cabelos e gritei
- Diga Julia!
- Vai se ferrar!
Atirei na outra perna e ele gritou com sofrimento:
- AIII MISERÁVEL!
Com muita calma continuei:
- Diga Julia. 'logo ele:
- Julia.
- Mais alto
- JULIA!
- MAIS ALTO!
- JULIAAAAAAAAAAAAAA!
Logo a voz veio em minha memoria, do dia em que ela morreu.
com muita calma, peguei uma garrafa de leite e fiz um tipo de molotov, e botei na boca dele. Sai correndo, logo a casa explodiu como uma bomba atômica levando outras casas ao lado (logo descobri que eram de outros traficantes então não faz diferença).
Sai de lá com a cabeça erguida, mas aquele não era o fim.

Capitulo 2 – As consequências

Ainda não tendo superado completamente a morte da minha filha, cada dia eu tinha menos vontade de continuar.
Era uma noite de sábado, eu estava com as luzes da minha casa todas apagadas sentado na poltrona pensando, quando escuto um carro freando bem em frente a minha casa, sem hesitar eu me atiro no chão e começo a escutar milhares de metralhadoras ao mesmo tempo disparando contra minha casa, tudo ao meu redor quebrava, mas milagrosamente nenhum tiro me atingiu.
Quando os disparos acabaram ouvi alguém dizendo para checar a casa, no mesmo momento já sai correndo para o meu armário de armamentos, mas infelizmente minhas armas não estavam lá, pois só depois eu lembrei que tinha escondido elas no segundo andar da casa, as únicas coisas naquela sala eram uma Espirradeira (planta venenosa) que eu tinha ganhado de um “amigo”, e uma faca de cozinha.
Eu tinha pouco tempo, esmaguei com a faca a planta extraindo assim todo seu veneno e logo toda a faca estava coberta do veneno da planta, eu não podia matar alguém com uma faca de cozinha, mas provavelmente iria paralisar o inimigo por alguns minutos graças ao veneno.
Ouvi o barulho da porta sendo arrombada, e logo depois disso eu só conseguia ouvir os passos de alguém, fiquei muito calmo aguardando os passos passarem em frente à porta do armário onde eu estava, quando o inimigo passou do armário, com muito silencio abri a porta e avistei o alvo.
Peguei a faca venenosa e enfiei na boca do inimigo, que na mesma hora caiu e no chão e começou a se contorcer (efeito do veneno), guardei a faca no bolso e rapidamente fui ao segundo andar, mas chegando ao local onde deveriam estar minhas armas não encontrei nada, mas já era tarde eu podia ouvir duas pessoas subindo as escadas eu não tinha muito tempo, avistei um tênis no chão peguei os cadarços do tênis, corri para a janela e fiz uma espécie de corda com eles assim desci até o chão, mas assim que encostei o pé no chão fui agarrado pelas costas e ouvi alguém dizer: Julius há?! Toma! Tudo ficou escuro.
Acordei uma sala escura, estava com as mãos algemadas e as pernas amarradas em uma cadeira e logo vi um sujeito parecido com George Lopez, parado em minha frente dizendo:
- Acordou bela adormecida?! Você sabia que semana passada tu matou um trafica meu mano? Tá ligado?! O loco tava me devendo 10000 reais e estava me pagando, tu tem ideia do prejû Que tu me causou? Vai morre Mané, tu acha que pode mexe com os truta? Naum pode véi! Vai morre da pior forma! vamo pega tudo os truta da tua família e mata, e grava pra ti ver Mané.
Era isso, eles queriam vingança pela morte do namorado da minha falecida filha, mas antes de poder assassinar mais um pouco o português ele foi interrompido por um neguinho parecido com o Jamal do filme, que falou:
- MAX OS PORCO MATARAM DOIS TRAFICA NOSSO VAI VERIFICAR ISSO!
Max era o nome do sujeito que parecia o George Lopez, ao ouvir isso ele exclamou:
- CARALHO! MANDA MATA! Não melhor, eu vou fazer isso pessoalmente Vigia o tiozinho aqui!
Ele saiu bufante pela porta da casinha onde eu estava sendo mantido, e fiquei sendo vigiado pelo Jamal que estava mascando um chiclete. Eu precisava sair dali e já sabia como:
- Ei, você mascador de chicletes. Já que estou ferrado mesmo me de um chiclete, por favor, é o meu ultimo desejo.
Disse eu para o Jamal.
- Tá bom Tio, mas não conta pro Max depois não.
Quando o jovem chegou perto, e colocou o chiclete em minha boca logo, eu impulsionei minha faca envenenada que estava no meu bolso contra o pulso do garoto, rasgando assim o bolso da minha jaqueta, mas atingindo o garoto como planejado, na hora ele caiu no chão e começou a se contorcer.
Eu tinha pouco tempo, a chave das minhas algemas estava em uma parede logo a minha frente. Fui pulando com a cadeira até bem perto da parede, mas ainda sim eu não conseguia agarrar a chave com a boca, então tive uma ideia.
Comecei a mascar o chiclete e fiz uma bola de chiclete, a chave grudou na bola e com muita calma fui retirando o ar da bola até fazer a chave grudada cair em minhas mãos algemadas, assim consegui me soltar:



Peguei a faca, e cortei as cordas que estavam em minhas pernas, mas ouvi passos na casa só podia ser o Max que havia retornado, pulei a janela da casa onde eu estava, mas eu não podia correr, eu não estava no morro e sim em uma casa no meio do mato (um deposito de leite abandonado) eu não tinha para onde fugir, precisava acabar com ele primeiro.
Logo vi muitas pinhas em volta de uma arvore muito próxima a casa, peguei a pinha, com a faca tirei a seiva da arvore e coloquei na pinha, acendi a pinha com um fosforo e joguei dentro da casa, sai correndo mato adentra e a casa explodiu como uma bomba atômica graças à pinha granada (o leite depositado na casa ajudou a causar a explosão).
Mas logo um carro encostou perto da casa em chamas e de dentro dele saiu Max, eu estava enganado quem estava dentro da casa obviamente não era o Max, a minha guerra estava apenas começando.

Capitulo 3 - A explosão de nível atômico

Minha batalha final tinha começado, eu acabara de avistar Max.
- Filho da puta!
Gritava Max com muita raiva, eu com muito silencio tentei escapar de fininho mato adentra, mas sem querer pisei em um galho que fez um grande barulho, na hora fui avistado por Max que já gritou para os dois traficantes dentro do carro:
- OLHA LÁ O FILHO DA PUTA DO EDIMAR! MATAAA!
Ele entrou no carro e vinha com toda a velocidade na minha direção, sai correndo pelo mato tentando me despistar do carro, mas eu não tinha como fugir, só tinha uma opção.
Enquanto corria juntei três pinhas, e logo peguei a minha faca e fui cortando as arvores que escorriam muita seiva formando uma trilha de seiva (como uma trilha de pólvora) e ao mesmo tempo passava a seiva nas pinhas, quando o carro passou pelas arvores pegue uma pinha, acendi com o fosforo e joguei e assim fiz com as outras duas. Uma caiu exatamente em cima da seiva da arvore, tudo gerou uma grande explosão que levou o carro com ela.
Tudo parecia acabado, parei ofegante, mas logo vi que todos sobreviveram e saíram do carro atirando contra mim, corri com toda minha velocidade esquivando de tiros e milagrosamente não fui atingido.
Após uma grande fuga, consegui entender a onde eu estava era em um mato perto do local de visitas do Cristo Redentor e perto de uma fabrica de leites abandonada, me escondi atrás de uma arvore muito ofegante logo em minha frente tinha um esquilo, mas ouvia passos de alguém que estava muito perto vindo em minha direção.
Eu não podia pensar em mais nada tinha que fazer aquilo, cortei a arvore e começou a escorrer seiva, passei tudo àquilo no pobre esquilo e o enterrei logo abaixo da arvore, deixando apenas a cauda ensopada de seiva para fora, corri para a próxima arvore e joguei um fosforo acesso que se encostou à cauda do esquilo.
Assim que o traficante chegou a arvore e pisou no rabo do esquilo, tudo explodiu, eu tinha Acabado com um deles agora só faltavam mais dois.

Corri até a fabrica de leite abandonada recentemente, mas mal cheguei perto da fabrica e já podia ouvir os tiros passando logo ao meu lado, e logo vi que Max e o outro traficante que acabavam de me encontrar, quebrei o vidro de uma janela da fabrica e entrei.
Estava tudo muito escuro, eu podia só ver caixas e mais caixas de garrafas de leite, peguei duas garrafas de leite e arranquei dois pedaços de papel das caixas, mas logo começou o tiroteio infelizmente tomei um tiro no ombro e outro na perna, eu não conseguia andar direito fui me arrastando até o segundo andar da grande fabrica, me escondi atrás de uma estranha maquina e podia ouvir Max gritando:
- Você não tem aonde se esconder Julius, você vai morrer, está liquidado senta aí.
Olhei ao meu lado e tinha uma grande vidraça, eu podia ver o Cristo redentor logo ao meu lado pela janela, eu não tinha escolha eu não podia morrer para um lixo como o Max não podia decepcionar minha filha me sacrificando, só tinha uma opção e era a mais cruel de todas.
Com minhas ultimas forças, coloquei os papeis dentro de cada garrafa e acendi criando assim um molotov com a garra de leite, pulei a vidraça com as duas garrafas uma em cada braço, e ateai fogo contra o Cristo Redentor, que no mesmo instante entrou em chamas com uma grande explosão que o partiu ao meio.
O cristo redentor estava caindo em chamas em direção a fabrica de leites, enquanto eu rolava da montanha onde estava me ferindo muito, logo que consegui me fixar no chão pude ver o Cristo redentor colidindo com a fabrica e gerando uma explosão a nível atômico que me empurrou para longe, destruiu tudo ao redor, fez telhados voarem, arvores voarem foi à reação do fogo ao colidir com todo aquele leite da fabrica.
Estava terminado, ninguém mais iria me perseguir, tive a minha vingança e acabei com uma boa parte do trafico no Rio.
Mas essa é apenas a primeira história de muitas que estão por vir.

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